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Semana 4 - 3/11 a 7/11

  • Finalização do Desenvolvimento do relatório 1.
  • O desenvolvimento de relatórios de Crystal Reports com dados provenientes de sistemas gerados a partir de Génio recorrendo a Rotinas Manuais parte do princípio que existe já um ficheiro .rpt do tipo Crystal Reports pronto a receber os dados colocados, de alguma forma, numa base de dados, numa ou várias tabelas. Neste caso, temos de recorrer a uma base de dados temporária para criar e armazenar os dados que pretendemos listar, uma vez que estes não existem, na verdade, na nossa Base de Dados ou apenas o fazem duma forma relativa.
  • Criação do layout do report em Crystal Reports. Para fazermos o relatório em Crystal Reports temos de ter uma ideia muito aproximada(ou possuir mesmo os dados fisicamente) dos campos que vamos querer listar e a forma de como os queremos agrupar. O Crystal Reports é, tal como o Génio, uma ferramenta que depende muito da experiência de utilização para que se consiga tirar real partido das suas capacidades, pelo que a tarefa de apreender todas estas tecnologias foi, obviamente, árdua e custosa, ainda que o grau de dificuldade não tenha sido o mais elevado.
  • Início do Desenvolvimento do relatório 2: Listagem de dotações e alterações dum orçamento entre datas por actividade. Semelhante ao primeiro, este relatório tem a particularidade de subdividir as contas apresentadas acima por actividade. Além de termos de juntar mais tabelas ao relatório, nomeadamente aquela que contém informações sobre a actividade ligada a uma dotação. Temos que contar que os agrupamentos das dotações também devem respeitar este novo agrupamento por actividade. No Crystal Reports, temos de ter acesso a um preview por actividade que nos lista apenas as dotações de uma determinada actividade.
  • Finalização do relatório 2;
  • Início do relatório 3: Mapa de execução de orçamento por departamento. Neste mapa, é necessário cruzar as afectações de rubricas a Centro de Custo e agrupá-las. A grande dificuldade é que quer as Rubricas, quer os Centros de Custo, são estruturas em árvore. Isto é, quando escolhemos um Centro de Custo movimentável, apenas temos de considerar as afectações a rubricas movimentáveis e as suas rubricas pai. Mas quando escolhemos um centro de custo não movimentável, temos de perceber através da sua árvore(para baixo), quais os Centros de Custo movimentáveis, quais as afectações que existem para esse grupo de Centro de Custos e quais as rubricas relacionadas. A partir daí, é que construímos a árvore e/ou as árvores de rubricas a listar. Este relatório tem um grau de complexidade muito superior aos anteriores.


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sem4.txt · Last modified: 2010/06/24 22:09 (external edit)